Dona Almerinda, a querida vovó Zica, viveu bem durante 90 anos. Tinha muita disposição e alegria, espalhava bondade e solidariedade, demonstrava amor e afeto por toda a família e cultivava uma fé enorme por Santo Antônio e o Divino Pai Eterno. Nasceu em Catalão, veio para Goiânia estudar, casou-se em 1950 com o sr. João Garibaldi e formaram uma família enorme e unida. Seus filhos são : Fernando Antônio, casado com Virgilene Matos, fiscal aposentado em Porto Nacional - GO. Reinaldo, casado com Eliane Shiraishi, corretor de imóveis em Goiânia. Luiz Antônio, casado com Márcia Bretones, economista e funcionário público em Goiânia - GO. Maria Regina, médica no Rio de Janeiro - RJ. Almerinda filha, professora em Brasília - DF. E João Garibaldi FIlho, veterinário, em Goiânia - GO. A família conta ainda com 14 netos e 9 bisnetos. Vovó Zica nos deixou em julho de 2016. Sentimos muitas saudades mas temos certeza de que ela está na presença de Deus e intercedendo por nós lá no céu. Ela sempre nos dizia para termos Força, Fé, Ânimo e Coragem. É o que temos feito na nossa caminhada terrena com a esperança e a certeza de um reencontro no futuro. Ela foi e continua sendo o nosso maior exemplo de vida. Obrigado, vovó Zica, por tudo o que nos proporcionou de bom durante a nossa convivência ! A nossa homenagem e a nossa saudade eterna.
EN MÉMOIRE DE
Almerinda Borges Garibaldi
19252016 ·90 ans 24 Juillet 192503 Juillet 2016 ·90 années vécues
-
Né(e)
Catalão - Goiás
24 Juillet 1925
- 90 ans
-
Décès
Goiânia - Goiás.
03 Juillet 2016
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Mãe, são 6 anos e 7 meses que nos separamos. Ontem, eu estava pensando porque eu não fiquei com a senhora no seu último mês de vida. Eu me lembro que fui ao hospital, onde a senhora tinha passado uma noite, ajudei-a a tomar banho (pela primeira vez em minha vida) e voltei com a senhora para casa. Eu me lembro que a primeira coisa que a senhora fez quando chegou em casa foi ir ver meu pai, acamado há tanto tempo. Eu não desconfiei de nada. Talvez Deus tenha me preservado de entender a sua real situação de saúde. Fomos levá-la ao médico, Luiz Antônio e eu. Como era um gastro, ele achou que fosse vesícula e pediu os exames para uma provável cirurgia. Ela não queria ser operada. As coisas se acalmaram e eu me despedi da senhora. Eu não poderia ter feito isso. Eu teria que ter ficado, ficado com a senhora; poderia ter estado com a senhora na hora que passou mal e não estava. Quero te pedir perdão, mãezinha. Falo disso tudo e meus olhos ficam marejados de lágrimas. Uma situação que jamais vou esquecer, jamais vou entender o porquê de eu não ter tido a intuição de que seria seus últimos dias por aqui. Que a senhora esteja bem, em paz e na luz de Deus e de Nossa Senhora. Te amei enquanto vivemos nossa história afetiva "Mãe-Filha". Te amo até o infinito. Peço sua bênção, minha mãe. Mirinda
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